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Sesc São José recebe Douglas Mam para o show de lançamento

( Caderno: Agenda )

Sesc São José dos Campos recebe DOUGLAS MAM
para o show de lançamento do álbum FAHRENHEIT

Com forte influência da literatura e produção de Juliano Gauche,
o disco propõe diferentes temperaturas sonoras

Grátis - Em 14/09, às 18h, o músico estará pela primeira vez em São José dos Campos, e sobe ao palco acompanhado Celso Gattaz, Rodrigo Cambará, Klaus Sena e Guib Silva

 

Fahrenheit, o disco que marca a estreia de carreira solo do compositor, cantor e poeta Douglas Mam, apresenta canções que o artista compôs ao longo de seus mais de 15 anos como músico. Com produção musical de Juliano Gauche, o disco passeia por diferentes estilos sonoros calcados na urbanidade, como o folk rock, o punk, a psicodelia, entre outros. As sonoridades escolhidas dão o tom às letras, que alternam momentos de acidez, leveza, bom humor, melancolia, paixão, solidão e euforia.

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Depois de realizar um primeiro show de lançamento na capital, o artista chega ao interior com show que marca a estreia no interior paulista.  O show acontece no Sesc São José dos Campos, no dia 14 de setembro, sábado, às 18h, na área de convivência da unidade. Na apresentação, Mam sobe ao palco com sua banda, Os Famigerados, que tem em sua formação Celso Gattaz, Rodrigo Cambará, Klaus Sena e Guib Silva.

 

Fahrenheit: literatura como combustível

A literatura sempre tangenciou o processo de composição musical de Mam. Muitas de suas canções evoluíram de poemas de sua própria autoria ou tiveram inspiração em obras literárias - clássicas ou de escritores independentes - em prosa ou poesia.

Foi a partir dessa relação entre música e literatura que o livro Fahrenheit 451 consolidou a amálgama conceitual que balizaria a escolha das composições que formam o repertório do álbum.

Impactado pelo romance distópico de Ray Bradbury e os paralelos que encontrou com a realidade da sociedade atual, Douglas Mam, às vésperas de completar 40 anos, estava em um período de questionamento e balanço do mundo interior e exterior.

A vontade de compilar algumas de suas canções em um álbum veio ao encontro da reflexão sobre os inúmeros caminhos possíveis que um ser humano pode percorrer, a trajetória que cada um constrói, a partir de suas escolhas, e o impacto delas no coletivo.

Foi então que Douglas Mam resgatou e retrabalhou uma antiga música de sua autoria, que viria a ser rebatizada com o nome do romance: Fahrenheit 451. Na canção, Mam utiliza o humor como recurso para fazer uma alusão à tensão social presente na obra de Bradbury: “Eu queria ser um livro na estante dos proibidos”. Ele também brinca ao trazer escritores consagrados e personagens de obras clássicas para o seu cotidiano e os coloca em cenas corriqueiras: “Raskólnikov maltrapilho caído no divã. Macunaíma na rede pensa no muiraquitã”. Mam também aponta para as perspectivas de mudança que a leitura pode trazer com o trocadilho “em verso (inverso)”: “Eu queria ser um livro e ter em verso o meu destino”,

Já para o álbum como um todo, Mam escolheu como nome apenas a medida termométrica Fahrenheit. A escolha faz alusão às diversas temperaturas da vida e a escolha das canções do repertório vai nessa direção. Ainda como parte do conceito do disco, Mam também subverte a queima de livros presente no romance inspirador para a queima das próprias certezas – destacando o que ele chama de “momentos de combustão” - onde a autoanálise desemboca em mudanças, rupturas e transformações que compõe a trajetória pessoal de cada um.

 

As canções do disco mostram um caleidoscópio de causa e consequência. Caminhos, movimentos, escolhas.... Afinal, qual é a narrativa que cada um escreve para sua própria vida? A vida seria, na verdade, um livro? Provoca, Douglas Mam.

 

Faixa a faixa por Douglas Mam

Fahrenheit 451: A canção faz alusão aos livros que eu estava lendo na época, imaginei como “seria ser um livro” e ter os autores e personagens como parte de minha vida, ou mesmo como parte de minha personalidade. Essas figuras emblemáticas seriam arquétipos interiores, faces diferentes de mim mesmo. Quando assisti ao filme do Truffaut e li o livro do Ray Bradbyury decidi rebatizar a letra com o nome da obra. Da música surgiu o clipe de mesmo nome, convidei o Antonio Borduque para dirigir que traduziu para a tela o imaginário da cação. Confira o clipe :https://bit.ly/2NAfhtl

 

Fez
Canção punk que carrega uma crítica ao uso exacerbado da tecnologia - que afasta quem está perto e pretensamente aproxima quem está longe. A letra também remete à “sociedade líquida”, de Bauman - “o domínio do imediato, do individualismo e do consumo.”

Amor Desafinado: Traduz a ambiguidade presente em uma relação amorosa, e o eterno embate entre a razão e a emoção. Aqui faço uma brincadeira entre a música e uma relação amorosa intensa - seus vários tons, compassos, timbres e a busca constante por equilíbrio: “Não ensurdeça com o timbre desse sentimento. Continue na regência do diapasão da consciência. Um dia há de afiná-lo”.

Sol é Assim: Um embate sonoro e amoroso ambientada por uma guitarra “a la” western, quase como em um filme de Sergio Leone. Um duelo, o fim e a partida! Os motivos? A semelhança entre os (agora) oponentes.

Estrada Corpórea: Uma canção sensual que remete ao “corpo-estrada” que deve ser percorrido com a língua e com os olhos. Narra atração e tensão sexual entre um casal que se reconciliou.

Cabisalta: Descreve como a beleza abre portas e como o narcisismo leva à resistência de um envolvimento emocional mais profundo.

Tá na Cara: Aqui a proposta foi trazer uma sonoridade leve para falar de assuntos fundamentais: o momento presente, da impermanência e a conexão do homem com a natureza.

Em outra: Compus quando morava no centro de São Paulo. Reflete a solidão e a melancolia de um término de ciclo e o momento de combustão que te faz enxergar um novo caminho: “Eu estou abrindo a porta”.

Clipe Fahrenheit 451 pelo diretor

“Para desenhar o conceito do videoclipe, me apoiei no imaginário visual da novela que empresta seu nome à canção. Quis trazer ao universo dos Famigerados um conflito com as luzes ao nível do visível, dentro do mesmo conceito da temperatura explorado pela música, aqui aplicado diretamente nas cores. Com a fotografia buscamos criar um espaço luminoso que brincasse com a luz laranja do fogo, a luz azul da lanterna e a escuridão total, uma vez que a luz ilumina as páginas para que se possa acessar às palavras que também revelam nossos esconderijos. Acredito que seja nesse jogo entre sombras e luzes, e o pequeno relato de um grupo de resistência livreira, interpretado por Mam e os Famigerados, onde os espaços de resistência se relacionam com nossos livros, que também são esconderijos e pontos de encontro.” Antonio Borduque

 

Douglas Mam

Antes de iniciar a construção da carreira solo (2014), ao lado da banda Os Famigerados, o músico, compositor, arranjador e poeta passou por diversas bandas em mais de 15 anos: Os Babilaques, Dondoka Junkie, Os Pilotos entre outras.  

Em 2017, Mam lançou o single/clipe da canção Se Eu - dirigido por Celso Gattaz -, que teve produção musical também de Juliano Gauche e participação de Murilo Sá e Peri Pane. Nesse mesmo ano criou o festival Era Uma Vez no Oeste, com o objetivo de celebrar aqueles que pavimentaram o folk nacional e, ao mesmo tempo, ser uma lente de aumento para a cena independente do estilo – mais de 30 artistas já se apresentaram em suas 9 edições.

Anteriormente, Douglas Mam arranjou músicas de compositores e letristas como Tatá Aeroplano, Julia Valiengo (Trupe Chá de Boldo) e Paulo Cesar de Carvalho – poeta com quem também tem parcerias. Os músicos Thomas Incao, Vitor Santhiago e Wilmar Santos, entre outros, também já foram parceiros em composições de Douglas Mam.

O artista também transita pelas artes visuais, tendo produzido e protagonizado o curta metragem ‘Viajando na Moeda’ que teve direção de Guilherme Bicudo.

Mam ainda dialoga com as artes cênicas, tendo realizado a trilha sonora – composta ao vivo durante o espetáculo solo de dança Eletro-corpo/ vibrações vogais, apresentado na Biblioteca Pública Alceu Amoroso Lima. Na Cia. Zabilin, participou como músico em dupla de contação de histórias que difundia a cultura popular em espaços públicos e educacionais como CEUs e praças públicas. Ainda na Cia. Zabilin, Douglas Mam realizou a trilha musical de apresentação realizada no Ciclo Junino do Sesc Campo Limpo.

Ficha Técnica do álbum
Composição: Douglas Mam.

As faixas Fahrenheit 451, Amor Desafinado e Tá na Cara tem parceria de Thomas Incao e Sol é Assim tem parceria com Paulo César de Carvalho

Voz: Douglas Mam

Violão: Juliano Gauche, exceto na faixa Em Outra

Guitarra: Lucas Gonçalves

Contrabaixo: Rodrigo Cambará

Bateria: Lucas Gonçalves

Teclados: João Leão

Percussão: Lucas Gonçalves nas maracas, na faixa Fahrenheit 451 e Clayton Martin na pandeirola, na Faixa Fez

Backing Vocal: Juliano Gauche - faixas Fez e Estrada Corpórea

Produção Musical: Juliano Gauche

Gravado, mixado e masterizado no estúdio Submarino por Clayton Martin

Produção Executiva: Douglas Mam

Assessoria de Imprensa: Locomotiva Cultural - Nany Gottardi

Projeto Gráfico: Anna Leal

Clipe Fahrenheit 451 e Fotos: Antônio Borduque


LINKS DO ÁLBUM EM STREAMING, clipe Fahrenheit 451 e redes sociais
Spotify:
https://spoti.fi/2Xz7D7n

Deezer: https://www.deezer.com/br/album/101929402

Clipe Fahrenheit 451: https://bit.ly/2NAfhtl

Facebook: https://www.facebook.com/douglasmameosfamigerados

Instagram: @douglasmamoficial

Youtube: https://bit.ly/30dD0kx

 

 

SERVIÇO

DOUGLAS MAM
Lançamento do disco Fahrenheit
Dia 14 de setembro de 2019. Sexta, às 18h

Local: Área de Convivência
Grátis
Recomendação etária: 10 anos
Duração: 75 minutos

Sesc São José dos Campos
Endereço: Av. Adhemar de Barros, 999, Jardim São Dimas. São José dos Campos (SP) Telefone: (12) 3904 2000
www.sescsp.org.br/sjcampos

Estacionamento Não tem


 


Fonte: Locomotiva Cultural / Foto Divulgação


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